terça-feira, 9 de novembro de 2010

Perto da loucura

abro os olhos e os volto para dentro de mim. a situação está tensa e o clima pesado. lembro-me com clareza de dois momentos, no primeiro estou prestes a explodir por dentro. cada uma das minhas células pareciam se contrair em cada um dos musculos que se agitavam em cada um dos membros, e as mensagens nervosas não partiam mais do meu cérebro. corria por minhas estranhas entranhas e nervos, comandos vindos de alguma área obscura. no segundo momento estou ofegante e confuso. estou gradativamente voltando a ser o que sou, estou tomando de volta o controle.

sabemos o que somos quando sabemos até onde podemos chegar e como chegaremos até lá. saber lidar com a situação, saber se controlar... tudo isso envolve o mesmo tema, tudo isso inclui sua forma de pensar, e é a forma bruta, não-lapidada. você não está sendo o que quer que os outros vejam que você é, você está extraindo de você mesmo aquilo que lá dentro você abriga ser. não que a situação é quem determina quem você é, mas como você age em cada uma delas sim.

a loucura e a insensatez são estudadas para o entendimento da mente humana quando ela nos prega peças. mas devemos entendê-la para nos conformarmos ou entendê-la para nos conhecermos e aprendermos a nos tornar o que queremos ser? perguntas que regem buscas e até um estilo de vida a ser levado. questões são importantes para guiar o que pensamos, são importantes para determinar o que queremos ser. eu sei as perguntas que quero achar as respostas. eu sei a vida que quero ter. e você? sabe o que quer?

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